Sono
Plantas que apoiam o relaxamento e a transição para o sono, escolhidas pela idade e pelo padrão da criança — a par do trabalho de ritmo e luz.
Fitoterapia
Não são chás à toa. É dose, idade e propósito.
As plantas têm farmacologia real — e por isso merecem respeito. Em consulta, escolho-as como escolheria qualquer apoio: individualizadas, na dose certa para a idade e integradas no plano todo.
Individualizada e integrada
"Dar um chazinho" parece inofensivo, mas uma planta na dose errada, na idade errada ou em interação com um medicamento pode não ser. A fitoterapia que pratico não é improviso de cozinha — é uma escolha clínica.
Cada planta entra no plano com um motivo claro: o quê, para quê, em que forma (infusão, extrato, glicerinado), em que dose e por quanto tempo. E nunca isolada — integra-se com a alimentação, a homeopatia e os ajustes de rotina.
O que pode apoiar
Sempre como apoio ao terreno — não como cura isolada de um sintoma.
Plantas que apoiam o relaxamento e a transição para o sono, escolhidas pela idade e pelo padrão da criança — a par do trabalho de ritmo e luz.
Apoio em desconforto digestivo, gases e trânsito irregular, integrado no cuidado da microbiota e da alimentação.
Plantas que ajudam a sustentar as defesas nas estações mais difíceis, dentro de um plano que olha o terreno todo.
Cuidados e interações
Uma planta é segura quando é a planta certa, na dose certa, para a criança certa. Por isso, em fitoterapia infantil:
A fitoterapia entra como apoio ao terreno, a par do cuidado que já tens com o teu filho — nunca em substituição. Informo-me sempre do que ele já toma para evitar interações, e mantenho-me dentro do que é seguro para a idade.
Perguntas frequentes
Podem ser — quando a escolha, a forma e a dose são ajustadas à idade, ao peso e à situação da criança. «Natural» não significa inofensivo: é precisamente por isso que a fitoterapia que uso é individualizada e integrada num plano, e não uma lista de chás da internet.
Como apoio ao terreno: imunidade, digestão e microbiota, sono e regulação, pele. Nunca como cura isolada de um sintoma — as plantas entram no plano quando fazem sentido, ao lado da alimentação e das outras ferramentas.
Pode — algumas plantas interagem com medicação. Por isso, em consulta, revejo sempre o que a criança já toma antes de propor qualquer planta. A resposta é individual, nunca um protocolo igual para todos.
Não. É uma das ferramentas do plano — ao lado da alimentação, da homeopatia e dos ajustes de rotina. O que sustenta os resultados é o conjunto, não uma planta milagrosa.
Quando estiveres pronta
A primeira consulta é uma leitura completa do terreno — não só o sintoma, mas a imunidade, o sono, o intestino e a regulação. Bebés, crianças e adolescentes. Online, em português.